O cartaz de autorregulação é um recurso visual que ajuda os estudantes a reconhecer seus estados emocionais, identificar suas necessidades e escolher estratégias para lidar com situações que dificultam a aprendizagem e a participação em sala de aula.
Perfil do estudante: O cartaz pode ser utilizado com toda a turma, incluindo estudantes autistas e outros estudantes que necessitam de apoio para desenvolver habilidades de autorregulação.
DICAS DE USO
1. Apresente o cartaz à turma
Antes de utilizá-lo em situações de dificuldade, o professor deve apresentar o cartaz em um momento tranquilo. Explique aos estudantes:
"Todos nós sentimos emoções e, às vezes, precisamos de ajuda para nos organizar, prestar atenção ou continuar uma atividade. Este cartaz nos ajuda a perceber como estamos e a escolher o que pode nos ajudar." Apresente cada parte do cartaz e explique o significado das cores.
Ofereça aos estudantes cartões com cada uma das cores (vermelho, laranja, amarelo, azul, verde e rosa) e oriente para que possam mostrar o cartão ou deixar na carteira, de modo que seja visível para o professor, o cartão que melhor reflita seu estado de espírito no momento. Dessa forma, os estudantes são apoiados para reconhecerem suas emoções e estados internos, e os professores podem ajustar o ambiente ou as demandas.
Importante: o cartaz não deve ser apresentado como uma ferramenta para controlar o comportamento, mas como um recurso de apoio à participação e ao bem-estar dos estudantes.
USO DA ESTRATÉGIA RELACIONADO AO PEI
Objetivo pedagógico: Ampliar a participação do estudante nas atividades escolares, favorecendo a comunicação de necessidades e o acesso a estratégias de apoio à autorregulação.
Estratégia pedagógica: Utilizar cartaz visual de autorregulação, com opções de comunicação e estratégias de apoio, adaptadas às preferências e necessidades do estudante.
Mediação docente: Apresentar o recurso, oferecer escolhas, observar os sinais de necessidade de apoio e ajustar as condições da atividade.
Acompanhamento: Registrar quais estratégias foram utilizadas, como o estudante comunicou suas necessidades e quais condições favoreceram sua participação, sem reduzir a avaliação à frequência de comportamentos considerados adequados.